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LASIK - Cirurgias Refrativas a Laser

História do LASIK

O conceito de cirurgia lamelar refrativa foi desenvolvido por Barraquer em Bogotá, na Colômbia.

Na concepção original do procedimento de "Ceratomileusis" para correção de miopia, um disco de aproximadamente 300 mm de espessura era seccionado à mão livre. Esse disco era removido da córnea do paciente e moldado na porção central do estroma, criando-se uma lente côncava, a qual era recolocada sobre a córnea do paciente.

Posteriormente Barraquer introduziu o Microceratótomo para remoção do disco e passou a congelá-lo para uma maior precisão na modelagem do tecido estromal, o que representava a parte mais complexa da cirurgia.

No início dos anos 70, Swinger, Nordan e Troutman introduziram a "Ceratomileusis" nos Estados Unidos.

Barraquer e Ruiz desenvolveram a "Ceratomileusis in Situ" onde, após a remoção do disco, uma outra lamela refrativa com espessura e formas previamente determinadas era removida do leito estromal da córnea e, onde o disco originalmente removido era recolocado.

O Microceratótomo atualmente mais utilizado foi também desenvolvido por Ruiz, no final dos anos 80, o qual passou a ser automatizado. A técnica passou a então chamar-se ALK ("Automated Lamellar Keratoplasty").

Em 1986 Marshall descreveu a ablação da córnea com excimer laser, com vistas a remodelá-la e, determinar sua correção refrativa. A isso chamou-se PRK ("Photorefractive Keratectomy").

Nesse procedimento a miopia é corrigida através de uma maior ablação de tecido na área central da córnea do que na periferia, sendo intencionalmente provocado um achatamento em sua área central. Já a hipermetropia é corrigida através de uma maior ablação de tecido na região periférica do que na área central, sendo provocado um encurvamento central, também propositadamente.

Em 1988, Munnerlyn publicou uma equação onde a correção refrativa era correlacionada com a profundidade da ablação central e o diâmetro da zona de ablação.

Nesse mesmo ano o FDA (U.S. Food and Drug Administration) aprovou o início da Fase I de estudo do PRK.

Em 1995 a "Summit Excimer Laser" foi aprovada pelo FDA para o uso em PRK.

Em 1996 a VISX laser foi aprovada pelo FDA e, a partir de então, novos lasers com maiores recursos e sofisticações foram desenvolvidos.

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